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EGO X NEGÓCIO


Apesar de ser pouco registrado oficialmente, a guerra de egos é uma das maiores reclamações entre as pessoas que trabalham no mundo corporativo, ainda mais quando se trata de seus superiores e líderes. Algo que deve ser considerado para qualquer tipo de empresa é o impacto econômico e financeiro gerado por tal atitude, pois, por ego, líderes travam o desenvolvimento humano, potenciais inovações, crescimentos e por fim prejudicam até mesmo a competitividade. Freud, mais conhecido como o pai da psicanálise, costumava dizer que a personalidade humana é completamente influenciável pelo ego. Por vezes pode-se dizer que o ego é a sua própria personalidade, ou pelo menos a máscara pública dela, aquilo que mostramos aos outros. Um ego reduzido torna a pessoa submissa, suscetível a exploração. Já um ego demasiado inflado, como ocorre com considerável fatia dos líderes nas empresas, transforma a pessoa em alguém narcisista, com um falso sentimento de superioridade e uma incapacidade de aprender, ouvir e fazer autocrítica.


O ego inflado pode ser um dispositivo de segurança da pessoa, utilizado para mascarar dores, traumas e frustrações, como se houvesse alguma condição de fragilidade a esconder. Os motivos que fazem os melhores talentos pedirem a conta das organizações muitíssimas vezes é o ego de seus antigos líderes. Cuidado: se o seu ego é maior do que você, seu comportamento poderá ser tão desprezível que ninguém o tomará como referência E se ele continuar assim, não permitirá com que haja reconhecimento de outra pessoa que não seja a si mesmo e, nesse sentido, o ato de dar feedback será sua última prioridade, afinal você é o seu centro de preocupação e não as pessoas. Além disso, a ação de demandar, treinar e desenvolver outros potenciais também estará em último lugar em sua lista, já que em primeiro virá o seu crescimento e, se der, o dos outros.


E se algo der errado? Olha, aí a culpa será sempre da sua equipe, afinal um chefe com ego inflado nunca erra, é induzido ao erro - no máximo! -, e então a culpa será sempre de alguém, nunca sua. Percebeu como o ego pode atrapalhar um líder e acabar com seus time de liderados?

Além disso tudo, podemos citar:


  • Perda da produtividade - Quando o gestor de um setor ou empresa tem seu ego inflado geralmente ele acaba praticando uma gestão centralizadora. Tudo precisa passar por ele e é ele quem dá a última palavra. E não se trata somente das decisões mais estratégicas, mas também as atividades mais simples e rotineiras passam por ele. Assim sendo, cria-se um sistema burocrático, moroso e cheio de erros. A produtividade fica focada no desejo de uma pessoa e não em processos e regras bem definidas. Se a mudança é constante, o resultado, sabemos: queda de produtividade e aumento da insatisfação.

  • Colaboradores desmotivados – Sem processos bem definidos e planos ajustados, as pessoas começam a não se importar com o caminho que vão seguir e por elas se torna um “tanto faz”. A isso, damos o nome de “desmotivação”. Quando essa pessoa mantém todas as atividades sob seu controle, ele também acaba por sufocar o potencial e a criatividade dos colaboradores. Rapidamente, eles perdem todos os estímulos para trabalhar. Daí a importância de abrir a mente e aceitar que não somos sempre os donos da verdade. A inovação acaba e o talento das pessoas é desperdiçado quando o gestor tem o ego inflado. E no mercado atual, quem não inova constantemente, deixa de ser importante e de existir. Para isso, o potencial criativo dos colaboradores possui grande importância. É justamente por isso que muito se fala hoje na importância da retenção de talentos. É o capital humano e intelectual que pode ajudar a organização a dar passos além e sair da estagnação, sendo um verdadeiro diferencial competitivo.

  • "O modelo de liderança afeta diretamente os resultados" - Um levantamento com duração de três anos feito por Harvard analisou 3 mil líderes em diferentes países com o intuito de analisar como o estilo de liderança pode afetar o clima organizacional e os resultados financeiros do negócio. Segundo o estudo, a escolha do modelo de liderança implantado e mantido na organização pode significar até 30% do lucro de uma empresa. Aqui, voltamos aos motivos que fazem as pessoas pedirem a conta das organizações: liderança.


No meio corporativo, o ego sempre esteve presente e, em alguns casos, não é raro auxiliar líderes a chegarem no topo. Mas com o passar do tempo, essa característica vem à tona nos setores em que se apresentarem, causando perdas de talentos e de resultados.


Otávio Schreiber - Consultor na Frattini Consultores

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